quarta-feira, 11 de maio de 2016

Anderson Valley e suas curiosidades



Uma das mais respeitadas cervejarias dos EUA, a Anderson Valley, fica situada na cidade de Boonville, Califórnia. Uma das curiosidades que cerca sua história vem justamente dos curiosos nomes de suas cervejas, provenientes do Boontling, língua falada pela população nativa do Vale de Anderson.

Seu famoso mascote, o urso com chifres, vem de um trocadilho em inglês com dois animais que habitam a região: o urso (bear) + o cervo (deer), que juntos formam a palavra “beer”, cerveja.


Por trás de toda essa história, a cervejaria se mantém como um dos grandes expoentes da escola americana, criando cervejas ousadas e marcantes sempre carregadas de lúpulos americanos frutados e florais para a alegria dos fãs dessa inventiva escola cervejeira.

Bahl Hornin’: bebendo bem.

Rótulo: Boont Amber Ale
Pronúncia: Bunt Ãmber Eiou
Significado: É a maior comunidade e o centro de Anderson Valley. Foi a cidade em que o dialeto Boontling se originou.

Rótulo: Poleeko Gold Pale Ale
Pronúncia: Políco Gold Peiou Aiou
Significado: Philo. É a segunda maior cidade de Anderson Valley.

Rótulo: Belk’s Extra Special Bitter
Pronúncia: Bélks Estra Spexial Biter
Significado: Região de Bell Valley, onde o dialeto Boontling se originou.

Rótulo: Barney Flats Oatmeal Stout
Pronúncia: Barnei Fléts Oatmial Staut
Significado: Hendy Woods National Forest. Floresta localizada em Anderson Valley. Floresta de mata fechada, com muita sombra, escura e refrescante. Remete às características sensoriais da cerveja.

Rótulo: Hop Ottin’ IPA
Pronúncia: Róp Orin IPA
Significado: “Hard working hop”. Lúpulo que trabalha duro. Referência ao estilo IPA.

Rótulo: Heelch O’Hops Double IPA
Pronúncia: Rilch Ou’Róps Dâbou IPA
Significado: Uma grande quantidade. Remete à grande quantidade de lúpulos utilizados na composição da cerveja.

Rótulo: The Kimmie, The Yink, and the Holy Gose
Pronúncia: De Quimi, De inq, end de Rouli Goze
Significado: O Pai, o Filho e o Santo.

Quer experimentar, clique aqui: http://goo.gl/OlGGfY

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Semana Brewdog

‪A marca conhecida por suas cervejas fermentadas cheias de personalidade e qualidade incomparável, essa semana está com preços imperdíveis. Se você é cervejeiro de plantão nós temos 3 packs com cervejas mais que especiais. Beer Pack com 12 garrafas por R$ 199,00. São 4 Ipa is Dead, 4 Hardcore Ipa e 4 Punk Ipa. Beer Pack com 9 garrafas por R$ 139,00. São 3 Punk Ipa, 3 Hardcore e 3 Jack Hammer. Beer Pack com 4 garrafas por R$ 99,00. São 4 Ipa is Dead: Pionner, Chinook, Mandarina Bavaria e Ella.


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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Primitivo x Zinfandel

Primitivo ou Zinfandel? Uma delas é produzida na Itália. A outra é distintamente californiana. Uma está na história há alguns séculos, a outra há menos de 200 anos. Um teste de DNA diz que elas são a mesma cepa. Alguns já dizem o contrário. A resposta correta? O vinho responderá! A Primitivo e a Zinfandel podem produzir uma grande variedade de vinhos e alguns podem ser realmente maravilhosos. Começamos com a uva Primitivo por estar na história há mais tempo, e ser mais conhecida que a Zinfandel.




Rastreando a linhagem da Primitivo, ela aparece desde os antigos fenícios que se estabeleceram na província de Puglia (Apúlia), o salto da bota na Itália, região que produz mais vinho do que todo o continente da Austrália. As videiras são estimuladas aos seus maiores rendimentos, a maioria dos quais acabam por serem enviados tanto para o norte para compor com outros vinhos ou utilizada na re-fermentação de álcool industrial. Este foi um dos motivos para a uva Primitivo ser considerada uma cepa inferior e utilizada em pequenas proporções, nos cortes de Amarone ou vendidas para produtores do Piemonte e da Toscana, isto no passado, pois hoje prospera em sua terra natal - Puglia, sua ascensão deu-se somente após o rastreamento genético, quando passou a produzir vinhos varietais com foco no mercado americano - alguns, inclusive, exportados como Zinfandel, e não como Primitivo. O cenário vitivinicultor apresenta mudanças para esta região. Com novas técnicas de produção, baixos rendimentos e gestão cuidadosa dos vinhedos, as vinícolas oferecem novos exemplares de vinhos da Puglia. Em vez de vinhos ralos temos versões ricas, concentrados e saudáveis que se desenvolvem bem sob o sol quente italiano.


 Zinfandel é uma variedade tinta plantada em mais de 10% dos vinhedos da Califórnia. A identificação de DNA revelou que ela é geneticamente equivalente a uva croata  Crljenak Kaštelanski, e também a Primitivo variedade tradicionalmente cultivada no "calcanhar" da Itália.

A uva encontrou o seu caminho para os Estados Unidos em 1820, e ficou conhecida pelo nome "Zinfandel", rapidamente percorreu todo o país ganhando notoriedade pelo seu vigor e alta produtividade.
Durante a corrida do ouro do final do século 19 a uva Zinfandel era uma das favoritas dos mineiros e a saudade entre os imigrantes italianos, para o vinho semelhante ao da sua pátria. A Lei Seca não abrandou o seu crescimento, e na década de 1950 ocupou algumas das mais famosas áreas do norte da Califórnia.

Durante a década de 1990, poucas vinícolas da Califórnia começaram a fazer maravilhosos tintos da uva Zinfandel. Robert Mondavi, provou que poderia fazer um Zinfandel com maior “peso”, um vinho generoso e de classe mundial. Uma explosão ocorreu em popularidade e hoje existem centenas de Zinfandels vinda de todas as principais regiões produtoras de vinho da Califórnia. Os especialmente bons, são as versões que apresentam uma produção de "vinhas velhas". O "velho", neste caso, são as videiras muitas vezes de 40 anos.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Os vinhos de 50 Tons de Cinza


Umas das trilogias de maior sucesso dos últimos tempos, 50 Tons de Cinza, além de surpreendente traz o charme e a elegância dos vinhos franceses da região do Vale do Loire, mais precisamente do vilarejo de Sancerre. Famoso pela uva Sauvignon Blanc, o solo na região é bastante alcalino, baseado em calcário o que ajuda a promover características “minerais” no vinho, ao invés de sabores muito frutados, como nos Sauvignon Blancs dos países do Novo Mundo.

Não é a toa que a autora do livro escolheu o “Sancerre” como vinho do protagonista, pois assim como a personagem o vinho é muito elegante e marcante.

Aliás, uma ótima sugestão para a sua leitura é o Sancerre de Pascal Jolivet. Quer comprar? Vai lá: http://www.todovino.com.br/vinho-pascal-jolivet-sancerre-750ml-1286.aspx/p

quinta-feira, 12 de março de 2015

A história de uma viagem, de uma herança, de uma busca. Uma homenagem que vale a pena assistir!
Bonito e inspirador.